O encontro entre Marcelo e Trump – Marcelo dá lição de história a Trump

O encontro entre Marcelo e Trump

O Presidente português e o presidente norte-americano estão reunidos na Casa Branca. O grande tema do encontro entre Marcelo e Trump foi Cristiano Ronaldo.

No encontro entre Marcelo Rebelo de Sousa e Trump na sala oval de péO encontro aconteceu às 14h00 locais (19h00 em Lisboa) e houve declarações dos dois chefes de Estado à comunicação social na Sala Oval, sem direito a perguntas, no início de uma conversa a sós, seguida de uma reunião bilateral alargada.

O chefe de Estado português trocou alguns comentários sobre o Campeonato do Mundo de Futebol com Donald Trump, e deu-lhe cumprimentos da parte do presidente da Rússia, Vladimir Putin, mas sem antes dar uma lição de historia à moda de Marcelo Rebelo de Sousa.No encontro entre Marcelo Rebelo de Sousa e Trump sentados à cadeira a conversar

Donald Trump acabou a perguntar ao chefe de Estado português sobre se pensa que “Cristiano alguma vez irá concorrer à Presidência” de Portugal, como seu adversário.

Marcelo Rebelo de Sousa retorquiu que, nessa matéria, Portugal “é um pouco diferente” dos Estados Unidos da América.

Marcelo tem uma técnica especial na hora de apertar a mão a Donald Trump

Nas escadas de acesso à Casa Branca os dois líderes cumprimentaram-se pela primeira vez. E Marcelo provou não se deixar intimidar pelo aperto de mão de Trump, que no passado surpreendeu líderes como o japonês Shinzo Abe. Marcelo antecipou-se a Trump e deu um pequeno puxão no braço do presidente americano.

Aqui podem ver como Marcelo se antecipou a Trump e outros apertos de mão históricos:

O tweet de Donald Trump sobre a visita de Marcelo à Casa Branca

Marcelo Rebelo de Sousa Juntos por Portugal

A reacção de Marcelo ao tweet de Donald Trump

Aos jornalistas portugueses diria mais tarde que, “independentemente dos protagonistas, há hoje uma realidade entre os povos e os estados e há um contexto que nunca foi tão propício” ao estabelecimento de pontes.

É isso que Portugal quer ser, diz o Presidente, uma ponte entre os Estados Unidos, com quem há laços históricos, a Inglaterra, o mais velho aliado, e a União Europeia.

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